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Texto
Hugo Ferreira

17 Dezembro 2015

Prestes a entrar em 2016, a indústria musical continua a deparar-se com uma oferta abundante de novos talentos, mas precisa também de combater os nomes maiores que se perpetuam entre comebacks e “mais do mesmo”.

Continuamos a assistir a uma necessidade de rejuvenescimento muito peculiar em que as mulheres parecem ter, cada vez mais, um papel absolutamente decisivo. Não é de estranhar que muitos dos novos hypes apontados para marcar os próximos palcos e tops sejam de mulheres e de bandas inteira ou maioritariamente femininas. A Preguiça não vos quer deixar apeados e, sem sequer pegar nas espanholas Hinds, mostra-vos algumas das mulheres que prometem estar ao volante em 2016.

The Big Moon
Quarteto londrino que cresceu a ouvir a melhor música independente dos anos 90 e inícios de 2000. É pop, é indie, é rock, tem charme e garra. Tudo ou quase tudo o que a imprensa precisa para as colocar nas bocas do mundo.

The Staves
Trio norte-americano de meninas bonitas e com boa voz, que entretanto já se fazem acompanhar por dois “moços de recados” lá atrás. Escola folk que mereceu a atenção de Bon Iver (que lhes produz o novo disco) ou de Florence (que as colocou a abrir os concertos de uma digressão).

Lapsley
Quem a viu ao vivo dizia que desde momentos de pura melancolia a murros no estômago se apanha um bocado de tudo e que ninguém sai indiferente a momentos tão intensos. No último Reeperbahn tirámos as teimas. James Blake ao pé dela é para meninos de coro.

Kelela
Aqui está um belíssimo nome para quem procura uma espécie de FKA Twigs com temas orelhudos e atributos para dar e vender.

Nao
Chama-se Nao, mas cada vez mais gente no meio lhe diz Sim. Feeling r&b, inspiração funk, voz para o que se quiser e um disco a caminho que tanto pode apontar para uma produção mais alternativa como para um ataque aos tops. É esperar e espreitar.

Beau
Toque ora folk ora rock, mas sempre com uma estrutura pop q.b. que usa a imagem a seu belo proveito e o meio da moda parece ter-se-lhe rendido ainda antes do mercado musical, que tenta recuperar terreno e se apressa, neste preciso momento, a garantir edições e datas.